segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

Como ser Feliz de Verdade


Recentemente um homem disse-me: “Eu preferiria jamais haver nascido! A vida tem sido cruel para comigo. Tenho saúde miserável e, para dizer a verdade, a vida positivamente nada significa para mim.”
Não há ser humano que não deseje ser feliz. Quando uma pessoa se convence de que não pode jamais alcançar a felicidade, perde o desejo de viver. Sim, embora todos desejemos a felicidade, e muitos a procurem durante toda a vida, poucos há que realmente a encontram.
Consideremos este problema em seus aspectos mais importantes.

Três idéias Sobre a Felicidade

Há trás idéias correntes com respeito à felicidade.
A primeira, sustentada por muitos, sugere que para se encontrar a felicidade, é preciso possuir grande soma de dinheiro, trabalhar pouco e desfrutar os prazeres da vida. Em outras palavras: vinho, mulheres e música. Os que assim pensam procuram a felicidade nos atalhos, e jamais a encontram. A maioria das pessoas chegam ao crepúsculo da vida com a alma vazia, exclamando: “Eu preferiria jamais haver nascido! A vida não me tem propiciado qualquer satisfação!”
Segundo, há alguns que negam a existência da felicidade. Esta teoria é sustentada principalmente pelos que jamais a encontraram. Eles arrazoam assim: “Nós não somos felizes, logo não existe a felicidade.”
O grande inventor, Edson, era desta opinião. Quando ele chegou aos oitenta anos de idade, seus amigos o homenagearam com um banquete. Ao brinde, um dos oradores perguntou ao hóspede de honra a quem considerava um homem feliz, qual era o segredo da sua felicidade. Edson respondeu: “Eu não sou feliz, e nunca conheci alguém que o fosse.” A despeito dos grandes triunfos que havia alcançado no campo da Ciência, não obstante estar rodeado pela fama e pela glória, Edson não era feliz.
Alguns religiosos também ensinam que a felicidade é algo inacessível ao homem; que o homem nasceu para sofrer, e que através desse processo de purificação ele pode preparar-se para a vida futura. E há os que vão ao extremo de considerar um inocente sorriso como sendo pecado.
O terceiro conceito, com o qual concordamos: Todos temos direito à felicidade. Não é verdade que todos possuímos um inextinguível desejo de alcançar a felicidade? Não é este um dos mais profundos anseios do coração humano? Seria razoável pensar que o Autor da vida houvesse plantado dentro do coração humano um desejo que jamais seria realizado? Não! Positivamente não! O fato de existir em nós o desejo inato de alcançar a felicidade é uma indicação de que ela existe e é acessível a todos.
A mais prática filosofia de vida foi expressa por S. Paulo, o grande santo e filósofo do primeiro século. Escreveu ele: “Regozijai-vos sempre.” (I Tessalonicenses 5:16). Toda pessoa tem direito de regozijar-se e sentir-se feliz em toda a vida.
A culpa de não encontrar a felicidade reside com o próprio homem. Ele não sabe como encontrá-la, porque ignora as leis e normas que levam contentamento à vida, ou porque obstinadamente recusa andar nos caminhos que conduzem à verdadeira fonte de felicidade.

Que é Felicidade?

Antes de tratarmos do problema de como alcançar a felicidade, problema que, estou certo, todos desejam resolver, consideremos primeiramente o que é a verdadeira felicidade, e em segundo lugar as causas da infelicidade. Isto nos dará a chave para uma vida plena de gozo.
A saúde e a felicidade estão intimamente associadas. Em outras palavras, a boa saúde promove a felicidade. Quando eu falo de saúde, refiro-me não apenas ao bem-estar físico, mas também à saúde espiritual e emocional, pois é impossível separar uma da outra. Elas estão intimamente relacionadas, para o bem ou para o mal, para prazer ou para desprazer. Aquele que desfruta boa saúde mental, emocional e física, pode considerar-se uma pessoa feliz.
Pr. Walter Schubert
Fonte. Blog do Kelson

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